O Viaduto dos Padres

Sábado (29/02/2020) decidi pedalar até o Viaduto dos Padres, localizado na BR-277. Dessa vez não sai tão cedo, só peguei a estrada por volta das 9h. O dia estava nublado e com uma temperatura bem agradável. O movimento de ciclistas até a praça de pedágio é constante, depois desse ponto o número cai bastante. Até chegar à serra a pedalada é bastante monótona, uma reta interminável com alternância de subidas e descidas. Conforme os quilômetros vão passando a paisagem vai mudando, a natureza toma conta de tudo. A emoção começa com o início da descida da serra, a velocidade vai aumentando gradativamente e a atenção deve ser redobrada. Tem início uma sequência de curvas sinuosas e as montanhas que antes pareciam apenas uma paisagem distante agora mostram sua imponência. Em poucos minutos cheguei ao local do acesso ao Viaduto dos Padres, uma espécie de retorno/trincheira.

Se quer estava cansado, pois durante a descida não se faz esforço algum. Aproveitei para conferir os números do Strava no meu Smartphone, infelizmente para minha surpresa o aplicativo havia travado e registrado dados absurdos. Aproveitei para admirar a passagem, a rica diversidade que a Mata Atlântica possui. O encanto só é quebrado pelo barulho dos caminhões subindo a serra do mar, um movimento incessante. Fiquei poucos minutos no local, pois na verdade não há muito o que fazer por ali. Estava um pouco receoso pela subida e crescente movimento de veículos, mas para minha sorte o trecho da pista que abrange grande parte da subida estava em obras e pude subir com relativa tranquilidade. Após o termino do bloqueio, tive de pedalar em um trecho pela "famigerada" terceira pista. No entanto minha experiência foi positiva, não levei nenhum susto, na verdade fiquei positivamente surpreso com o comportamento dos caminhoneiros.

Achei um pedal bem tranquilo, um excelente treino.

A chegada ao Viaduto dos Padres


A guerreira

Trânsito de caminhões é intenso


O esforço é recompensado pela exuberante paisagem




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